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terça-feira, 29 de maio de 2007

Argyrosomus regius-Corvina

Argyrosomus regius-Corvina
Na continuação das espécies mais comuns capturadas em Portugal na Pesca de Alto Mar,vou falar hoje da descrição científica da espécie sem exaustão,da minha experiência ou inexperiência na mesma,e tudo o que possa estar relacionado com esta espécie.Corvina(click na imagem para melhor visualização).
Familia:Sciaenidae
Ordem:Perciformes
Classe: Actinopterygii (peixes com raios nas barbatanas)
Nome Básico do Peixe:Meagre
Tamanho máximo:230 cm; Peso máx. publicado: 103 Kg
Ambiente: bentopelágico ; oceanódromos; intervalo de profundidades – 15-300 m
Clima: subtropical; 65°N - 6°S
Distribuição:Atlântico oriental,Noruega e Gibraltar,incluindo o Congo,Mediterrâneo e Mar Negro,Migra ao Mar Vermelho através do Canal do Suez.
Identificação:Dorsais de espinhos 11-11;Dorsais de raios 27-29;Corpo longo e comprido quase fusiforme,tem uma linha lateral ao longo do seu corpo que funciona como órgão receptor de sensações.
Biologia:Habitam fundos arenosos,quer meia água,como na superfície perseguindo pequenos cardumes de peixe pequeno.Os juvenis e sub-adultos entram nos estuários e lagoas litorais aguentando mudanças bruscas de salinidade.Migram ao longo da costa como resposta a mudanças de temperatura da água.Alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos de natação.É de um valor gastronómico e comercial muito bom.
A sua pesca-(A minha experiência)
Medida Mínima Oficial para Captura: 42 cm
Medida Mínima Competição Pontuável: 42 cm
Está a chegar o tempo das Corvinas no rio Tejo.Normalmente são pescadas com estralhos grandes de um metro e anzól grande(ex: nº 18-20 da Hayabusa H FSK 130),eu só utilizo um estralho,normalmente na pesca no rio tejo junto a norte á ponte Vasco da Gama ,na beirada dos canais mais fundos.Iscos caranguejo normal,ou mole para as maiores,pilado também,e coreana para as menores,há quem utilize petinga viva iscada na barbatana dorsal para não morrer,e atenção ás medidas minímas para captura 42 cm,que tem a ver com a sua maturidade sexual ,a sua primeira capacidade para se reproduzir.O segredo da corvina no Rio Tejo é o seus pontos de passagem na minha opinião!normalmente pescava na zona mais funda logo nos primeiros pilares da ponte Vasco da Gama lado Lisboa, a norte da ponte,fundeado nas beiradas do canal mais fundo,ou por detrás da base Aérea,mas também se apanham com alturas de água menores.Normalmente pescava a encher,em ambos os lugares.Um 0,40-0,45 no estralho de um bom monofilamento era suficiente.Convém atar o isco,pois a corrente existe sempre muita nos estuários e os caranguejos no fundo também não dão tréguas ao isco e utilizar chumbadas pesadas 200-250 gramas devido á corrente e suas oscilações no vazar e encher nos estuários,depende da zona,da lua e maré, por vezes é necessário mais peso.A corvinas comem normalmente o isco com gosto quando lá andam.É uma pesca de espera a maior parte das vezes.São muito comuns na costa algarvia no mar,tem sido capturadas já corvinas com dimensões apreciáveis,utilizando as técnicas de jigging ou zagaia(pesca na vertical), conforme relato do companheiro de pesca do Algarve Ricardo Santos em comentário que colocou num post de jigging ou zagaia.
Não é um peixe em risco de extinção, não incluído no Livro Vermelho da IUCN , e é inofensivo. Os dados científicos foram recolhidos na base de dados “fishbase”.
Froese, R. and D. Pauly. Editors. 2007.FishBase.World Wide Web electronic publication.www.fishbase.org, version (02/2007).Até já.

Um comentário:

Anônimo disse...

excellent points and the details are more precise than elsewhere, thanks.

- Murk

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