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sábado, 5 de maio de 2007

Sargo-Safia em pesca de Alto Mar

Diplodus vulgaris – Sargo-Safia
Na continuação das espécies mais comuns capturadas em Portugal na Pesca de Alto Mar,vou falar hoje da descrição científica da espécie sem exaustão,da minha experiência ou inesperiência na mesma,e tudo o que possa estar relacionado com esta éspecie.Sargo-Safia.
Familia:Sparidae
Ordem:Perciformes
Classe: Actinopterygii (peixes com raios nas barbatanas)
Nome Básico do Peixe: Common two-banded seabream
Tamanho máximo:45.0 cm; Peso máx. publicado: 1,300 kg
Ambiente: bentopelágico ; oceanódromos; intervalo de profundidades – 0-160 m
Clima: subtropical; 50°N - 40°S
Distribuição:Atlântico oriental,Golfo da Biscaia a Cabo Verde e Ilhas Canárias,incluindo o Mediterrâneo e Mar Negro(fora da Bulgária).Também de Angola á África do Sul.
Identificação:Corpo prateado com duas barras negras uma junto á cabeça outra no inicio da barbatana caudal.
Biologia:Encontram-se em várias profundidades até aos 160 m mas básicamente são mais comuns a baixo dos 50m,muito comuns também em estuários e marinas.Habitam em fundos rochosos ,e ás vezes arenosos .Alimentam-se de crustáceos,vermes,bivalves e moluscos.É de um valor gastronómico e comercial grande.
A sua pesca-(A minha experiência)
Medida Minima Oficial para Captura: 15 cm
Medida Minima Competição Pontuável: 18 cm

As Safias,sarguetas,quem não as capturou já?Não gosto muito de lhes chamar sargos apesar da familia ser idêntica porque sargo é outra conversa.É sempre um peixe apreciado pelos pescadores dando uma luta média ao ser ferrado.Tenho-as apanhado desde o sul ao norte do País, normalmente maiores onde os fundos são muito rochosos.É um peixe muito desconfiado, tem dias em que come de qualquer maneira e se “máta” quase sózinha,mas tem outros dias em que come de “faca e garfo”,e nesses dias (a maioria) é necessário sabedoria para as ferrar.Nestes dias quase nunca se percebe que está a comer o isco, é necessário provocá-las para uma abordagem mais decidida ao anzól iscado.Outros dias que apenas mordem ligeiramente a isca sem a colocarem na boca,e nestas alturas temos que levemente tirar-lhes a isca da boca para as provocar a abocanhar o isco com vontade.Outros dias querem o fio solto, sem tenção para poderem comer e ai é por intuição a ferragem.Noutras situações só se ferram com estralhos grandes.É um peixe que nunca tem o mesmo comportamento,é necessária concentração para o momento ideal da ferragem.Os iscos normalmente quanto mais fresco melhor ,vivo se possivel assim são perdidas por:camarão do rio,camarinha,camarão congelado,berbigão,ameijoa,bomboca,sardinha, e adoram minhoca da lama ,em determinados dias ou partes do dia, só querem vermes,parchal do algarve,minhoca branca adoram também,pela minha experiência casulo,ganço e coreana já não são tão generosas a comer apenas nos estuários e casulo na pesca nocturna,mas também se apanham.Não é um peixe em risco de extinção, nem apresenta qualquer tipo de perigo,além de umas picadelas que se apanham por vezes ao pegar nelas nos espinhos das barbatanas normalmente as dorsais. Os dados científicos foram recolhidos na base de dados “fishbase”.

Froese, R. and D. Pauly. Editors. 2007.FishBase.World Wide Web electronic publication.www.fishbase.org, version (02/2007).
Até já.

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