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quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Sparus aurata -Dourada

Continuando com o tema: “Espécies mais comuns capturadas em Portugal na Pesca de Alto Mar”, vou tentar falar da descrição científica da espécie sem exaustão,da minha experiência ou inexperiência na mesma,e tudo o que possa estar relacionado com o Sparus aurata -Dourada
Família: Sparidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii (peixes com raios nas barbatanas)
Nome Básico do Peixe: Gilthead seabream
Tamanho máximo registado: 70.0 cm; Peso máx. publicado: 17.2 kg; Idade máx. registada: 11 anos
Ambiente: intervalo de profundidades – 1-150 m
Distribuição: Atlântico Oriental: Ilhas Britânicas, Estreito de Gibraltar a Cabo Verde e em torno das Ilhas Canárias. Também no Mediterrâneo, algumas referências de capturas na Nova Zelândia e Mar Negro.
Identificação: Dorsais de Espinhos (total): 11-11; Dorsais de Raios (total): 13-14; Anais de Espinhos 3-3; Anais de Raios: 11-12. Corpo alto, com o ponto preto grande na tampa da Brânquia. O céu da boca é liso e possuem uma dentição característica, com dentes incisivos cortantes (4 ou 6 em cada maxila) e os posteriores arredondados (em três fiadas). Esta dentição permite-lhe partir as conchas grossas dos moluscos de que se alimentam
Biologia: Habita camadas de cascalho e fundos arenosos ,como em zonas de arrebentação(surf), geralmente a profundidades de aproximadamente 30 m, mas os adultos podem ocorrer a uma profundidade de 150 m. Um peixe sedentário, solitário ou em agregados pequenos. Na Primavera, ocorre frequentemente em lagoas litorais e em estuários . Principalmente carnivoro, accessoriamente herbivoro . Alimentam-se de marisco, incluindo mexilhões e ostras. Trata-se de uma espécie hermafrodita em que os machos se podem converter em fêmeas. Deste modo, conseguem equilibrar o número de indivíduos de cada sexo, o que contribui para o sucesso reprodutivo da espécie. Um dos peixes mais importantes no aquácultura salina. É de um valor gastronómico(sabor excelente) e comercial muito grande.
Medida Mínima Oficial para Captura: 19 cm
Medida Mínima Competição: 20 cm
A sua pesca-(A minha experiência):A minha pesca á dourada em embarcação fundeada é feita normalmente em Setúbal,mas também é normal na zona de Sines,normalmente nos meses que antecedem o final do Ano.Em Setúbal é feita normalmente numa zona conhecida pela Vereda,e circundantes,onde todos os anos dezenas de barcos ali pescam.Utilizo caranguejo,e bomboca vivas como isco.Sabemos como a Dourada é fina a comer.Quase não se sente mesmo que sejam bons exemplares.É necessária uma concentração grande ás ponteiras da cana para se ferrar uma,muitas das vezes ferramos por instinto quando suspeitamos que elas andam de volta do nosso isco,e quase sempre quando a nossa montagem chega ao fundo.Anzóis H.FSK 130 da Hayabusa nas medidas entre o 16 e o 20.As montagens utilizadas o mais discretas possíveis,são montagens entre o 0,45 na madre e o 0,40 (35-40 cm) nos dois estralhos de um bom monofilamento,se possível fluocarbono.Os iscos normalmente atados com um pouco de elástico biodegradável, provoca mais dificuldade para retirarem o isco e podermos senti-las.As forma de iscar podem ser vistas na secção de iscos - caranguejo e bomboca.É um peixe muito desconfiado e pescado na vertical em barco fundeado,normalmente dá muito trabalho para se conseguirem ferrar,pois não se sentem.A leitura da sonda é importante para as poder detectar,o silêncio e a calma no pesqueiro também.Muitas das vezes o amontoado de barcos na zona de pesca,e a sua movimentação,por vezes arrastando ferros,prejudica a sua captura e lá vem muita gente com aquela “grade”,depois ninguém sabe porquê.É preferível pescar fora da zona isolado,procurar outras pedras,do que estar lá tudo em cima uns dos outros,as probabilidades de sucesso nas capturas é superior.A dourada quer calma , silêncio,e pouca movimentação caso contrário estamos a afugentá-las da zona.Essencialmente requerem muita paciência,espera de horas por vezes que apareçam,o que nem sempre acontece.Quando acontece normalmente é gratificante pela luta e pelo sabor de uma dourada de anzol no forno,ou na grelha sempre diferente do das douradas de aquácultura.É uma pesca específica e dedicada,devem esquecer o resto do peixe mais miúdo que normalmente vai comendo a isca,sempre podem também entrar pargos,bicas,peixe galo,etc, como já me aconteceu.

Os dados científicos e biológicos parte recolhidos :http://www.fishbase.org/

Até já.

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